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SEGURANÇA PÚBLICA
Agentes prisionais pedem solução para os problemas da unidade prisional de Itajaí


A diretoria do Sintespe esteve no dia 10 de março, terça-feira, na reunião com agentes do Presídio de Itajaí, o diretor do Departamento de Administração Prisional (Deap), Hudson Queiroz. Durante a conversa os agentes apresentaram uma pauta de reivindicações solicitando maior segurança para o pessoal que atua dentro do presídio. Entre os itens está à recuperação das instalações destruídas pelos presos, durante a rebelião ocorrida no dia 18 de fevereiro, e a contratação de mais agentes. A unidade prisional de Itajaí tem 9 agentes masculinos e 5 femininos para cuidar de cerca de 600 detentos, mas tem capacidade projetada para receber 198 homens.


Segundo o diretor do Departamento de Administração Prisional (Deap), Hudson Queiroz, para ampliar o número de agentes, do Governo terá de realizar estudo para avaliar o impacto financeiro na folha de pagamento. O presidente do Sintespe Mario Antônio da Silva avalia que a situação está caótica não só em Itajaí mas em todo o Sistema Prisional. “Não adianta tapar buraco é preciso ter clareza da importância do trabalho do agente prisional”, destaca. Durante a conversa os diretores do Sintespe juntos com os agentes avaliaram que mesmo o Estado tendo restrições orçamentárias, existem recursos disponíveis para melhorar a situação do presídio neste episódio.

Segundo o diretor do Departamento de Administração Prisional (Deap), Hudson Queiroz, para ampliar o número de agentes do Governo terá de realizar estudo para avaliar o impacto financeiro na folha de pagamento. O presidente do Sintespe Mario Silva avalia que a situação está caótica não só em Itajaí mas em todo o Sistema Prisional. “Não adianta tapar buraco é preciso ter clareza da importância do trabalho do agente prisional”, destaca.

Durante a conversa os diretores do Sintespe juntos com os agentes avaliaram que mesmo o Estado tendo restrições orçamentárias, existem recursos disponíveis para melhorar a situação do presídio. “Vamos exigir que o Governo utilize os recursos para atender aquilo que é prioridade” destaca um dos agentes. A diretoria do Sintespe concorda com o atendimento as prioridades, num primeiro momento. “As pessoas se sentem seguras trabalhando numa estrutura melhor”, avalia o diretor de formação sindical do Sintespe Sebastião Teotônio. Na opinião da diretoria do Sintespe o presídio não oferece nenhuma segurança tanto para quem está do lado de dentro como para os moradores nas regiões próximas. “O ideal séria a transferência do presídio para outra região”, comenta Mario Antoônio da Silva.

O agente prisional Jefferson da Silva Pinto foi atingido na perna esquerda durante a rebelião. Jefferson participou da reunião e deixou claro que dificilmente voltará para a sua função no presídio . “Quando a gente vê que o Estado não ajuda, a vontade é de trabalhar na iniciativa privada”, desabafa. O agente destaca que teme a falta de segurança na unidade prisional de Itajaí

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Leia abaixo a íntegra do Ofício







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