Em reunião realizada no dia 17 de março o Conselho de Representantes do SINTESPE decidiu convocar todos os servidores estaduais a construirem um dia estadual de luta, em resposta a protelação do governo do Estado em atender as reivindicações.
A revolta dos servidores precisa ser transformada em protesto. São 8 anos de governo Luiz Henrique, onde a prioridade foi conceder aumento do teto da remuneração do próprio salário, mantendo congelada a tabela de vencimento dos servidores. Sem política salarial e com desestimulo funcional, com a extinção de órgãos e a venda do patrimônio público.
A política de abono salarial, sem incorporação ao vencimento, tem servido como instrumento de divisão dentro das categorias. A discriminação contra os servidores aposentados é outra tática desenvolvida pelo governo para enfraquecer a unidade dos servidores.
Por isso, o Conselho de Representantes do SINTESPE decidiu se dirigir aos demais Sindicatos (Educação, PM, Saúde, Judiciário, Legislativo) para buscar unidade no encaminhamento de reivindicações que são unitárias, como é o caso da fixação de política salarial e contra o desmonte do serviço público.
No dia 30 de março, o SINTESPE vai distribuir em todo o estado uma nota pública para ressaltar a revolta dos servidores, a falta de compromisso do governo do Estado para com os serviços públicos - que deveriam estar disponíveis para atender com qualidade a população catarinense.
Conclamamos os servidores a enviarem para o endereço de e-mail: sintespe@sintespe.org.br o relato da realidade que enfrentam em seus locais de trabalho.
O dia 30 de março o SINTESPE destacará as reivindicações gerais e especificas dos servidores, incluindo o fim do congelamento, isonomia das gratificações das Secretarias, Autarquias e Fundações, extensão do abono aos servidores Administrativos da SSP, extensão da gratificação da Educação aos servidores não lotados na sede central, correção da Lei 472 dos Agentes e Monitores, incorporação do abono ao vencimento dos servidores da Saúde.
A participação da categoria é fundamental para o fortalecimento da luta, pelo atendimento dos nossos direitos e para as reivindicações serem atendidas.
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