Pegou mal
A intenção é aumentar a arrecadação que vem caindo. Sendo assim o governo enviou à Assembléia um projeto criando uma gratificação aos auditores fiscais e analistas. Coisa de R$ 1,5 mil. Uma forma de estimulá-los para engordar os cofres do estado que estão sofrendo com a crise. Acabou sendo abalroado com as mais severas críticas, até porque a função, bem remunerada desses servidores, é de arrecadar. Por que o benefício extra? Significa que só assim trabalharão com mais afinco, pois terão um incentivo financeiro? Ou seja, caso contrário cumprirão as tarefas de forma burocrática e dentro de uma certa ineficiência? Não acredito, pois são profissionais de alto nível e competência, mas criar esse instrumento estimulador acaba menosprezando os demais funcionários públicos que também se dedicam às tarefas as quais são determinados. De repente no Estado só vão trabalhar com mais dedicação caso ganharem um extra especial. Teve deputado da base governista votando contrário temendo que se desencadeie uma espécie de insatisfação generalizada. Tendo dinheiro para uns, deveria ter para todos. E os praças e a lei 254? Claro que vão voltar a cobrar e criticar o governo, que argumentava falta de recursos.
Fonte: Blog Paulo Alceu
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